O Operador disciplinado



  • Este é um extrato do livro “The Disciplined Trader” (1990), escrito por Mark Douglas e editado pelo New York Institute of Finance, com trechos do livro “Finacial Trading: How to trade succesfully for a living”, de Alexander Elder.

    Introdução

    Diversos traders afirmam que o sucesso no trading depende de 80% de controle emocional e 20% de análise, seja ela fundamentalista ou técnica. Quem faz desaparecer o seu patrimônio não são os misteriosos “eles”, mas simplesmente “você”. Traders perdem porque o jogo é duro, seja por ignorância ou por falta de disciplina dos traders. Um trade de sucesso está baseado em uma tríade indissolúvel: análise de mercado e trading systems, psicologia (inteligência emocional) e gerenciamento de riscos. Muitos traders querem obter sucesso, mas continuam realizando operações por impulso, por causa da emoção de curto prazo de apostar nos mercados. Que nem as pessoas gordas que fazem regime a vida inteira e não aprendem a adaptar a sua alimentação às suas necessidades calóricas. O mercado como um todo é uma maré que espelha as sensações e medos de todos os traders, formando uma chamada maré psicológica. Quanto mais sofisticado você se tornar como operador, mais você vai realizar que operar é completamente mental. Não é você contra o mercado, é só você. Todos os outros operadores participando para fazer o mercado dar a você a oportunidade de fazer dinheiro das suas próprias divergências sobre o futuro.


  • Robin Hood

    Boa Noite! sera que tem esse livro em portugues para comprar?



  • @Trader65 Nunca vi o livro em português, mas este pdf tem, sim. Dá um Google que você acha



  • Trading Emocional

    As pessoas gostam de sentir os nervos atiçados. Eles comprar bilhetes de loteria, voam para Las Vegas e reduzem a velocidade quando passando de carro por um acidente. Operar pode ser bastante viciante. Perdedores que deixam dinheiro no mercado recebem uma grande dose de entretenimento, apesar das perdas. O mercado é um lugares mais entretenedores que existem. É um espetáculo para espectadores e um esporte para participantes ao mesmo tempo. Imagine ir a jogo de futebol no qual você não está limitado a ficar nas arquibancadas. Por algumas centenas de reais você pode correr sobre o gramado e participar do jogo. Se você acertar a bola de jeito, você será pago como um profissional. Você provavelmente hesitaria um pouco antes de entrar no gramado. Essa atitude cautelosa é responsável pela sorte de principiante. Quando o iniciante acerta um punhado de boas bolas e ganha alguma coisa por isso, ele tem a impressão de ele é melhor que os profissionais e poderia viver disso. Amadores gananciosos começam a correr para o gramado muitas vezes, mesmo se o jogo não oferece boas oportunidades de se fazer uma boa partida. Antes que eles percebam aquilo que os atingiu, um punhado de perdas destroem sua meteórica carreira.



  • “Dano psicológico” é qualquer mecanismo mental que tem o potencial para gerar medo. O medo surge de uma crença nossa sobre condições ambientais que tem o potencial de causar tanto dor física quanto emocional como stress, ansiedade, confusão, desapontamento, e traição. Condições emocionais dolorosas são basicamente o resultado de expectativas não satisfeitas. Expectativas não satisfeitas criam um conflito entre as crenças que a pessoa tem sobre como as coisas deveriam ser e como as condições ambientais que não satisfazem essas crenças. As pessoas geralmente evitam a dor instintivamente através da criação de defesas contra a intrusão de informações do ambiente que confirmariam a existência de qualquer conflito. Essas defesas consistem de negações, racionalizações e justificativas – todos elementos que resultarão em distorção da percepção.

    Distorção de percepção acontece quando nosso sistema mental automaticamente distorce informação ambiental por moldar e excluir seletivamente certas informações para compensar os conflitos entre aquilo que nos esperamos e aquilo que o ambiente nos está oferecendo.

    Uma realidade compartilhada é a correspondência entre aquilo que alguém pensa sobre o ambiente e as reais condições que existem. As distorções de percepção continuarão até um ponto no qual a disparidade entre aquilo que se acreditava e aquilo que o ambiente nos apresenta é tão grande que as defesas mentais, as ilusões, se partem. Isso geralmente cria um estado de choque, onde se fica pensando como as coisa poderiam ter tornado-se tão ruins tão rapidamente.

    Você pode não ter a habilidade para controlar os mercados, mas você pode controlar sua percepção sobre o ambiente para atingir um maior grau de objetividade, resultando em um grau maior de realidade compartilhada com o mercado. Se você sofreu seguidas perdas, tomando consciência do mercado de maneira forçada, eventualmente a sua atividade no mercado está enviesada para evitar a dor ao invés de procurar por boas oportunidades. O medo de perder dinheiro, estar errado, ou perder um boa oportunidade será a sua motivação primária para agir ou não no mercado.



  • Todos os operadores, no começo, se deparam com confusão mental, ansiedade, frustração e a dor do fracasso. Aqueles que conseguem passar por essa fase através do aprendizado sobre os assuntos psicológicos que tornam tão difícil se tornar um bom operador, persistem no mercado. Os que não aprendem não acumulam grandes lucros ou são varridos para fora do mercado.

    Auto-disciplina e controle emocional não nascem conosco. Essas são características que adquirimos através do aprendizado de certas competências mentais. Adquirir essas competências geralmente são o resultado de tentativa e erro, processo no qual muitos operadores acabam sem dinheiro antes de terminarem o processo. Outros tantos operadores que tem grana para bancar suas tentativas e erros nunca se recuperam psicologicamente dos seus fracassos, deixando o mercado. Isso faz com que poucos operadores restem. As pessoas que conseguiriam avançar pelo lado da psicologia tiveram que explorar o mundo do mercado através da auto-reflexão e do reajustamento, algo que exige muito esforço e tempo. Pessoas que transcendem a fase de aprendizado dos aspectos psicológicos e emocionais não percebem isso de um dia para outro. Em algum momento eles se dão conta de que aqueles aspectos que lhes atrapalhavam as suas

    O Operador Disciplinado – desenvolvendo atitudes vencedoras

    Preparado por Mathias Fulda mfulda@zipmail.com.br

    operações, como raiva, stress, ansiedade e medo, desapareceram ou perderam a sua força. Confiança e medo são condições de espírito muito similares na sua natureza, apenas separadas por grau. À medida que o nível de confiança de alguém sobe, dissipam-se as sensações de stress, ansiedade, confusão e medo proporcionalmente.

    A autoconfiança também aumenta conforme a pessoa desenvolve a capacidade de agir, fazendo aquilo que precisa ser feito, sem hesitação. Isso criar um tipo de círculo virtuoso. Para as pessoas que obtém sucesso não foi o mercado que mudou ou as ferramentas e métodos que mudaram completamente. Quem mudou foram eles.

    Anotar seus passos no mercado é suficientemente trabalhoso. Quando suas sensações estão poluídas por medo e ansiedades, fica ainda mais difícil anotar os detalhes das operações. A questão é que anotar suas operações é a única maneira de se auto-avaliar e avaliar seus métodos e práticas.

    Não se force a ganhar US$ 1 milhão no primeiro ano. Além disso, é difícil aprender a operar e manter sucesso com se está sob algum tipo de pressão financeira. Não opere com dinheiro que você não pode se dar o luxo de perder. A pressão financeira também faz com que você se sinta obrigado a estar sempre no mercado, para performar bem e valorizar aquele capital que já não é tão grande assim.



  • Era justamente isso que eu precisava ler hoje @Moore!



  • Adaptação – Por que mudar a nossa maneira de pensar?

    O mais importante argumento para que realizar a necessidade de se adaptar é que a maioria das pessoas não reconhece que o ambiente do mercado financeiro é muito diferente do ambiente cultural no qual fomos criados. Não reconhecer esse fato fará com que não tememos consciência de uma série de barreiras psicológicas que tornarão a tarefa de ganhar dinheiro muito mais difícil e estressante.

    O mercado financeiro é diferente do ambiente cultural que estamos acostumados porque geralmente nós tomamos conta do ambiente cultural no qual estamos inseridos e tentamos moldá-lo de acordo com as nossas vontades e expectativas. O mercado financeiro não pode ser manipulado dessa forma, a não ser que você tenha muito dinheiro para fazê-lo e não encontre alguém grande como você na outra ponta fazendo o mesmo, mas contra você. Esse papel de manipuladores cabe a poucos bancos no Brasil, que controlam os preços, notícias de jornal, recomendações de analistas etc.

    O mercado, ao contrário de outros ambientes sociais, detém muitas características que requerem um alto grau de auto-controle e autoconfiança. Mas muitos de nós não tem esse auto-controle porque quando crianças, nós aprendemos a funcionar em um ambiente estruturado, onde nosso comportamento era controlado por alguém mais forte que nós, cuja intenção era de manipular nosso comportamento para ir de encontro às expectativas da sociedade, geralmente visando nosso bem.

    Dessa forma, fomos forçados por forças externas a agir de determinadas maneiras através de um sistema de recompensas e punições. Como recompensa, nos seria dada a liberdade de nos expressarmos do nosso modo. Como punição, nos seriam negado aquilo que desejávamos, o que causava dor emocional, ou éramos afligidos por uma série de punições corporais, o que gerava dor física. Dessa forma, aprendemos que adquirir poder para manipular e forçar as coisas que estavam ao nosso redor era a única maneira de conseguirmos aquilo que queríamos. A questão é que os recursos mentais que utilizamos no dia-a-dia da sociedade, como pressão emocional, poder, posição social, não vão funcionar no mercado, que segue uma série de outros padrões de comportamento. Ou seja, a não ser que você tenha muito dinheiro, você não consegue manipular o mercado, só se for na sua cabeça. A única coisa que você pode controlar é a si mesmo.



  • Para operar com sucesso você precisará aprender a controlar a si mesmo de maneiras completamente estranhas a você. Além disso, você vai precisar a prender a se conceder a liberdade mental de mudar a sua perspectiva para perceber outras possibilidades alternativas para conseguir o que você quer o mercado, independente da maneira que você vai fazer para conseguir isso.

    Raramente nós crescemos aprendendo a viver num ambiente que oferece completa liberdade de nos expressarmos de forma criativa, sem nenhuma estrutura externa que nos restrinja de alguma forma. No mercado você terá que elaborar as suas próprias regras e Ter a disciplina de seguí-las. O problema é que o movimento de preços é fluido, sempre em movimento bem diferente dos eventos estruturados que a maioria de nós está acostumada. No mercado as decisões que vem de encontro a você são tão infinitas quanto os preços dos quais tentamos obter vantagem. Você mão tem que apenas participar, você tem que decidir quando entrar, quanto tempo ficar e sob quais condições sair. Não existe início, meio e fim, só aquilo que criamos na nossa mente.

    Para a maioria dos seres humanos, um ambiente estático é fundamental para a sua sensação de segurança e bem-estar. No entanto, existem desejos compulsivos de ganhar milhões, com o medo simultâneo da devastação financeira. Os mercado atiçam as pessoas com qualquer possibilidade de realizar os maiores sonhos de independência financeira ao mesmo tempo prontos para tirar tudo o que você tem e mais ainda.

    Nós tomamos conhecimento de que precisamos aprender os aspectos psicológicos do trade quando nos experimentamos a dor emocional e grande desapontamento ou stress e ansiedade porque não sabemos o que fazer a seguir, e estamos achando cada vez mais difícil de assumir a responsabilidade pelo que fazemos

    Aspectos Psicológicos do fato de ganhar dinheiro

    A maioria de nós cresce com uma crença estruturada sobre as condições sob as quais nós merecemos ganhar dinheiro. De fato, muitas pessoas, devido à sua criação e conceitos religiosos, acreditam que não merecem dinheiro pelo qual não trabalharam.

    Certamente ganhar muito dinheiro rapidamente está além do que a maioria das pessoas acredita ser compatível pelo esforço empregado. Se você acredita que não merece esse dinheiro todo tão rapidamente, seu inconsciente arruma algum jeito de devolver esse dinheiro de volta para os mercados.

    Por que operamos? O papel do dinheiro...

    Hoje a maioria dos indivíduos podem direcionar suas energias para satisfazer necessidades que vão além de comida e abrigo, mas para isso precisam de dinheiro. Dinheiro evoluiu para ser o objeto de nossas necessidades porque ele representa a maneira como nós podemos nos expressar como indivíduos. Todo comportamento é uma forma de auto-expressão, e praticamente todas as maneiras de alguém se expressar na sociedade requer algum dinheiro. No nível mais profundo da existência social e cultural, dinheiro representa liberdade de expressão.



  • Ganância e medo, oferta e demanda

    O preço atual pelo qual bens e serviços são trocados é determinado pelas leis econômicas fundamentais de oferta e demanda. Em termos psicológicos, a lei de oferta e demanda está baseada em medo e ganância. Tanto medo quanto ganância irão forçar as pessoas para agirem em função de suas necessidades em relação às condições ambientais percebidas. O preço de bens e serviços será determinado pelas necessidades individuais em relação a suas crenças sobre a habilidade que terão para satisfazer tais necessidades. Implícito nessas crenças está a percepção da disponibilidade de bens e serviços. Ganância está baseado em uma crença de escassez e insegurança. Essas duas crenças gerarão medo. Definimos “ganância” como a crença de que nunca haverá quantidade suficiente para satisfazer algum indivíduo combinado com a crença de que sempre demandaremos mais para nos sentirmos mais seguros e satisfeitos. A percepção de que essas condições existem seja interna ou externamente gerará medo que fará alguém agir ou não, dependendo em quem controla a oferta. O comportamento de um indivíduo será condizente com aquilo que ele acredita que terá que fazer para satisfazer o déficit. Se duas ou mais pessoa tem os mesmos medos, eles irão tipicamente competir entre eles pela oferta existente. Se você quer aprender a predizer o movimento de preços, você não precisa prestar atenção para razões para as ações dos participantes. O que você precisa fazer é determinar como a maioria dos participantes do mercado percebem as condições externas em relação tanto do medo da escassez quanto ao medo de perder. Você saberá como os outros operadores operarão antes de eles o fazerem porque você será capaz de olhar os fatos de uma perspectiva que não inclui o medo.

    Se você acha que operar é que nem apostar , não é. Em qualquer jogo de apostas, você tem que participar ativamente para perder e não faz nada para parar de perder. No mercado, você tem que participar ativamente para entrar em uma operação e participar ativamente para parar suas perdas. No mercado você não tem como saber qual é o seu risco, mas se você for disciplinado o suficiente para utilizar stops, porque um gaps poderia facilmente passar pelo seu stop.



  • Você cria a sua experiência do mercado

    O mercado não cria a maneira de como você percebe ele, ele meramente reflete o que está passando pela sua cabeça no momento. Se você percebeu a situação do mercado atual como uma oportunidade de agir mas não agiu, ou não percebeu uma oportunidade até depois que o movimento aconteceu, esse fenômeno é um reflexo direto da sua estrutura psicológica.

    Quando um mercado vem em uma tendência definida e inclinada e você acredita que haveria uma reversão que não veio. A cada parada do mercado, você vai tender que agora o mercado vai virar na direção que você acreditava que deveria ir. Depois de para um pouquinho o mercado avança mais um pouco e pára. Agora sim! E o mercado continua. Quantas paradas serão necessárias para que você se convença de que você está errado? A resposta está dentro de você. Cada parada é um alívio para o confronto da informação que do mercado e a sua convicção. A maneira como você via o mercado era a maneira que você o criou na sua cabeça. A força que você tem para criar mais situações que te satisfaçam os seus desejos nas operações reside na sua capacidade de flexibilidade mental. Você precisa aprender a fluir com os mercados. Ou você está em harmonia com o mercado ou você não está. Em um momento ele está satisfazendo todos os seus sonhos e necessidades, no outro ele é um monstro que quer tirar tudo o que você tem. Você não pode mudar o que o mercado está fazendo. Você só pode mudar a si mesmo de maneira a permitir que você o perceba e analise de maneira mais clara e objetiva. O que você precisa aprender é como se soltar das demandas de que as suas expectativas sejam satisfeitas exatamente da maneira que você quer. Se soltar dessas demandas lhe permitirá mudar a sua perspectiva, podendo perceber as oportunidades que aparecem no mercado, como se você não estivesse no mercado. Nós vivenciamos o mercado através dos nossos sentidos. As implicações disso é de que a maneira como vivenciamos o mercado é moldada de dentro para fora, e não de fora para dentro, como poderíamos supor. Nossas primeiras experiências com o mercado determinarão as sensações que temos em relação ao mercado. Já ouviu falar no ditado: a primeira impressão é a que fica? Às vezes a primeira impressão e a primeira experiência não são boas, o que gera traumas ou excessos de alegria para alguns. Percepção e emoção estão necessariamente relacionadas.

    Uma experiência nos EUA mostra como isso pode funcionar. Um homem foi para Wall Street com uma placa. “Dinheiro de graça, venham pegar!”. Nenhuma pessoa abordou o homem que carregava a placa. Aí o homem começou a perguntar para as pessoas se elas queriam dinheiro, e todas diziam “não, obrigado”. O único que aceitou pediu 50 centavos para pagar uma corrida de ônibus. A informação de que o dinheiro era grátis era verdadeira, mas na cabeça das pessoas essa afirmação parecia falsa, pois o que elas aprenderam por sua educação é que não existe dinheiro grátis.



  • Crenças


    As crenças formam um círculo fechado, onde nova informação dificilmente consegue entrar e alterar uma crença estabelecida. Isso acontece com todos nós. A crença de que dinheiro grátis não existe foi mais forte do que a nova informação de que havia alguém disposto a mudar esse paradigma. As crenças é que nos fazem agir de determinada forma no mercado e na nossa vida em geral. A única maneira de se livrar de muitas crenças que nos impedem de prosseguir com nosso planos, como por exemplo ganhar dinheiro, é estar mais aberto para novas experiências, principalmente aquelas que tem o potencial de nos mostrar que algo que aconteceu no passado pode nos dar uma nova visão de algo que parecia “muito claro” e óbvio para nós. Quando muita informação externa questiona nossas crenças pessoais, experimentamos uma sensação de confusão e sobrecarga mental. Por isso peneiramos a informação que nos chega, pois não podemos absorver toda quantidade de informação que nos é oferecida. O que precisamos fazer é reconhecer que tipo de informação vale a pena a ser estudada e que possa ser utilizada para nos das maior conhecimento e nos fazer refletir sobre nossas crenças. Quando uma criança pequena vê pela primeira vez um cachorro e brinca com ele, jogando uma bola e passando a mão no seu pelo, ela cria uma relação de amizade e confiança com o cachorro. Se passa a gostar de cachorro e ficar feliz e alegre quando vê um. Quando pela primeira vez que vai brincar com uma cachorro a criança leva uma mordida séria, ela passa a ter uma sensação ruim em relação ao cão. Dá próxima vez que a criança vir um cão, vai lembrar da sua primeira experiência (a lembrança pode ser inconsciente, não precisa lembrar do momento) com o animal, que foi dolorosa. No momento do encontro, medo será a principal sensação que a criança vai sentir. A criança vai desenvolver a crença de que cachorros são perigosos e maus. Fica na memória um certo trauma, que pode nunca mais ser resolvido. Será preciso uma série de novas e extremamente boas experiências com cães para que a criança mude seu conceito a respeito desses animais. Com nós adultos a história não é muito diferente. Uma maneira de evitar o objeto de nossos medos é simplesmente se recusar a tomar conhecimento da existência de informação que venha de encontro a nossas crenças, principalmente as crenças que desenvolvem sensações dolorosas.



  • Crenças


    Nós permeamos a informação de mercado para se ajustar a nossos medos e crenças. Imagine um operador que entrou em uma operação. A informação de mercado na qual ele vai se concentrar vai depender do que o mercado fizer. Se o mercado for contra ele, ele irá se defrontar com a possibilidade de nova perda, então ele vai se concentrar na informação que não imponha uma ameaça. Se o mercado voltar para o ponto onde ele entrou, ele irá zerar a posição em um sinal de alívio, independente do provável movimento do mercado. Mas se o mercado continuar indo contra ele, suas defesas mentais começarão a se desfazer à medida que a informação ameaçadora começa a ser muito sobrecarregadora para que ele possa simplesmente ignorar aquela informação. Naquele momento, ele poderia facilmente ficar paralisado sem poder fazer nada para si mesmo. Eventualmente esse stress se torna tão grande que a única maneira de o operador alcançar alívio é zerando a posição.

    Mas se o mercado vai a favor do operador, ele irá se concentrar em um tipo totalmente diferente de informação. O seu medo de perder o fará se concentrar naquilo que o mercado pode tirar dele. Numa posição vencedora ele irá excluir do seu pensamento consciente a informação que poderia mostrar que o mercado continuará em sua direção, que era a única informação na qual ele se concentrava quando o mercado estava indo contra ele. Geralmente, o operador se concentrará na informação que irão confirmar seus medos do mercado. Uma vez fora da posição, se o mercado continua indo a favor da sua antiga posição ganhadora, ele irá agonizar sobre os lucros que ele deixou de pegar e irá se perguntar porque ele não conseguiu segurar um pouco mais a sua posição, sem tomar conhecimento de que seu medo de perder foi o responsável por ele perder todos os seus lucros.

    Para evitar esse “pontos cegos” na nossa percepção, nós temos que aprender a operar sem medo. E para operar sem medo nós precisamos confiar completamente em nós mesmos para aceitar qualquer informação que o mercado nos oferece e que confronta com nossas convicções. Precisamos confiar em nós mesmos que agiremos de acordo com nossos interesses sem hesitação, independentemente das condições. Qualquer empreendimento requer algum nível de auto-confiança. Nós acharíamos difícil atravessar a rua se não confiássemos na nossa capacidade de discernir quando não há carros vindo e que seremos capazes e mudar nossas estratégia (como correr um pouquinho), se em carro aparecer de repente.



  • Preços estão em perpétuo movimento sem nenhum começo ou final definido

    A ganância vem da crença que determinada coisa nunca é suficiente e que não haverá suficiente. Em um ambiente ilimitado que está em perpétuo movimento não há a possibilidade de conseguir mais e mais sempre? O apetite da verdadeira ganância nunca poderá ser satisfeita.

    Entrar em uma operação envolve todas as suas crenças sobre oportunidade em relação a risco, a falta de alguma coisa, a necessidade de uma coisa certa, e não estar errado. Sair de uma operação envolve todas as suas crenças sobre perda, ganância, fracasso e controle. Considerando o potencial ilimitado para lucro, entrar no mercado parece muito mais fácil para a maioria dos operadores do que sair. Isso ocorre porque sair de uma posição requisitará que você confronte suas crenças sobre ganância, perda, e fracasso em relação à constante tentação da possibilidade de lucros ilimitados. O fato é que esses assuntos psicológicos são completamente independentes do movimento do mercado, que é algo objetivo e mensurável. Pense na última vez que você se deparou com uma oportunidade de lucro e o medo de estar errado e perder etc. lhe deixou imobilizado, não deixando que você executasse a operação. A questão toda é que a movimentação do mercado é algo objetivo e mensurável, mas a sua mente não é algo concreto e também não é mensurável. Você pode buscar pistas sobre o que passa pela sua mente agora. O mercado permite que você seja um perdedor ativo ou um perdedor passivo. No entanto é muito mais claro ver que no mercado você será um perdedor ativo, pois você sempre tem a chance de sair da sua posição a qualquer tempo. Mas se você não fizer nada, o mercado poderia ir de encontro a você indefinidamente.

    O que existe no ambiente do mercado é uma combinação mortal do mercado forçando você a se defrontar com questões pessoais para sobreviver, um evento que produz informação em uma variedade de formas que pode ser usada para apoiar qualquer ilusão, distorção ou expectativa, tornando fácil evitar o confronto dessas questões potencialmente dolorosas.

    Se você não tomar responsabilidade por suas operações, então quem você pode culpar – o mercado, claro. O mercado pegou o seu dinheiro. Se os mercado tomaram de você mais do que você pretendia arriscar, então você ficaria atiçado a tomá-lo de volta. Por exemplo, se o mercado tomou de você 10% na última operação, será que 5% de lucro na próxima operação será suficiente para você? Sua última operação obviamente não tem nada a ver com o potencial do mercado agora. Se você se sente obrigado a retirar do mercado aquilo que o mercado tomou de você, você estabelece uma relação de adversário com o mercado. O mercado passa a ser seu oponente, e você passa a não estar mais em harmonia com ele. O mercado não pode tirar algo de você que você não permita. Se você perdeu dinheiro, você deu dinheiro é para outros operadores. Lembra-se do ditado “a tendência é sua amiga”. Na verdade você deve estar ao lado do mercado, indo junto com a corrente, de forma que você não tirará dinheiro do mercado, mas sim dos outros operadores. Em ultima análise, vingança cria uma relação de adversário consigo mesmo. Não pense em prejuízo e lucro na hora de sair do mercado. Concentre-se no mais importante: os movimentos do mercado e para onde você tem uma convicção realista de para onde ele pode ir.



  • A característica desestruturada do mercado

    Em um ambiente desestruturado e ilimitado, como é o mercado, é essencial que você estabeleça regras que guiem o seu comportamento nele. Você terá que criar definições e dar uma direção para si mesmo. Se não, você ficará assoberbado o tempo todo com tantas oportunidades que se abrem para você. Defina seu plano de ação no mercado. Que tipo de mercado você gosta de operar? Bolsa, futuros, índices, volatilidade, juros? Por quê? Que ações você gosta de operar? Por quê? Que tipo de ações você evita? Por quê? Que tipo de stop você vai usar?

    O operador típico fará praticamente qualquer coisa para evitar a definição de regras porque ele não quer tomar responsabilidade pelos resultados das suas operações. Se ele sabe exatamente o que ele vai fazer e sob que condições, então ele teria algo para mensurar a sua performance, fazendo com ele preste contas para si mesmo. Isso é exatamente o que a maioria dos operadores não quer fazer, preferindo manter a sua relação com os mercados algo misterioso. Ele quer desesperadamente fazer dinheiro, mas ele tem que fazer isso sem conexão direta entre o que ele faz e o produto das suas ações, retirando, portanto, a sua responsabilidade quando as coisas não saem do jeito que ele queria. Isso cria um paradoxo para os operadores, porque a única maneira de aprender a operar eficientemente é prestar contas para si mesmo através da criação de uma estrutura a ser seguida. Prestar contas gera responsabilidade.

    Ser impaciente com o processo de aprendizado é uma das maneiras de se auto-sabotar. A sua impaciência e atração vão deixá-lo ávido por fazer alguma coisa, mesmo que ele não saiba o que fazer. Como você acha que o operador típico resolve esse problema (não saber exatamente o que fazer)? Ele brincará de seguir o líder, racionalizando que todo mundo está fazendo alguma coisa. Veja lá, essa galera toda não pode estar que nem eu sem saber o que fazer, eles devem saber o que estão fazendo. Ou pelo menos eles sabem mais do que eu. Esse tipo de mentalidade cria a mentalidade da manada, muito comum nos pregões viva-voz, onde tudo mundo está procurando por uma direção, assumindo que todo mundo deve saber de alguma coisa que ele não sabe. De outra forma, por que eles estariam fazendo isso? Quando não há liderança no mercado, os preços geralmente vão para cima e para baixo num canal, até que alguém que saiba o que está fazendo entre no mercado. Aquele que segue o mercado se sente obrigado a encontrar razões fora dele próprio porque as razões não existem dentro dele e ele não quer ficar pensando como ele é irracional e age aleatoriamente. Para aquele que segue o mercado, esse estilo de operar pode servir para várias funções. Esse estilo mantém a sua relação com o mercado misteriosa. Se ele ganhar dinheiro foi porque fez algo certo. Se ele perder, ele pode culpar o mercado, que é um argumento tão largamente aceito por outros operadores. Dessa forma ele pode manter a ilusão de estar sendo responsável e pode pensar que o que aconteceu com ele aconteceu com outros operadores também. Isso cria uma sensação de camaradaria entre os competidores.

    Se você perguntasse para a maioria dos operadores como eles operam, eles não saberiam responder. Operadores, exceto os líderes, são indecisos e impacientes ao extremo. Se organizar e criar uma estrutura para operar é obviamente a solução para a maioria dos problemas psicológicos que passam pela cabeça de um operador. Mas isso forçaria ele a cruzar a fronteira psicológica da realidade sobre responsabilidade e relação de contas. Organização expõe o operador a seu próprio “eu”, seu jeito de agir em função dos acontecimentos. Muitos operadores conseguem analisar muito bem a o mercado, mas continuam a procurar a opinião de outros operadores, porque operando em cima da opinião de outros operadores lhe tirará a responsabilidade pela decisão tomada. Uma maneira de operar menos estruturada também possibilita que possamos jogar a culpa por uma operação desastrada para as mais diferentes superstições. As superstições só servem para fugir da verdade nua e crua.

    Se você não consegue definir o seu comportamento no mercado, você não será capaz de aprender a repetir as boas operações e evitar as perdas. O histórico das suas operações dirá muito sobre a sua atuação, tanto em termos de leitura do mercado quanto do autocontrole que você teve. Se você não sabe o que fez para ganhar da última vez, você obviamente não será capaz de descobrir o que fazer para evitar de perder dessa vez. O resultado disso é ansiedade, frustração, confusão e medo. Você se sente fora de controle, experimentando uma sensação de impotência, pensando no que o mercado poderá fazer com você hoje.

    É evidente porque assumir responsabilidade é algo tão difícil de fazer. Nós não vivemos em uma sociedade que tem um conceito evoluído do processo de aprendizado. Com conseqüência, aprendemos a ser muito intolerante com “erros”. Eu digo isso porque como crianças somos ensinados, e somo condicionados a ensinar nossos filhos a ridicularizar o erros como algo que diminue a pessoa. A ridicularização não estimula a disposição da criança em aceitar responsabilidade. Se a criança não assume responsabilidade, o pai típico irá criticá-la por ser irresponsável. Assumir responsabilidade é uma função de autoaceitação. Você pode medir o seu grau de auto-aceitação através da sua reação positiva

    ou negativa a quando você faz algo de errado. Quanto mais negativo você acha de si mesmo, maior a tendência você terá em evitar assumir responsabilidade. Assim você poderá evitar a dor, mas gerará o medo de errar.

    Os erros são a única maneira para promover evolução das qualidades e das atitudes. Se As pessoas tivesse uma atitude mais de aceitar mais o resultado das suas ações, elas não teriam a necessidade de evitar tomar responsabilidade.



  • Auto-Sabotagem

    Depois de anos praticando psiquiatria, Alexander Elder se convenceu de que a maioria dos fracassos na vida são devidos por auto sabotagem. Nós falhamos nos nossos empreendimentos profissionais, pessoais e de trabalho não por causa de burrice ou incompetência, mas devido a um desejo inconsciente de falhar.

    Quando operadores se metem em problemas, eles tendem a culpar outros, má sorte ou a qualquer outra coisa.

    Havia um trader que ficou conhecido por apostar grandes posições em reversões em tendências de mercado estabelecidas. Esse operador continuava a adicionar posições vendidas porque ele não conseguia admitir que o mercado, que representava seu pai, era maior e mais forte que ele.

    Nós nos auto-sabotamos agindo como crianças impulsivas em vez de agir como adultos inteligentes. Nós nos ancoramos a padrões auto-derrotantes apesar de esse padrões poderem ser tratados – fracasso é uma doença curável.

    A bagagem cultural da sua infância pode evitar que você obtenha sucesso nos mercados. Você tem que encontrar as suas fraquezas para poder mudar. Mantenha um diário de operações – escreva as razões para entrar e sair de cada operação. Fique atento para padrões de comportamento repetitivos para sucessos e fracassos.

    Quando você reconhece que a boa sensação do jogador ou o medo estão passando pela sua cabeça, pare de operar. O seu sucesso ou fracasso como operador depende da sua capacidade de controlar suas emoções. Quando você está operando, você está competindo contra as cabeças mais afiadas no mundo. O ambiente no qual você compete foi criado para o seu fracasso. Se você permite que suas emoções interfiram nas suas operações, a batalha está perdida. A maior parte dos operadores com bons sistemas são varridos do mercado porque eles não estão psicologicamente preparados para vencerem. Os mercados evocam uma ganância poderosa por maiores ganhos e um grande medo de perdermos aquilo que temos. Esses sentimentos tapam nossas percepções de oportunidades e perigos. Você precisa operar o mais objetivamente possível. Além disso, você precisará gastar tanto tempo analisando a si mesmo quanto você gasta analisando o mercado.

    Quando Alexander Elder estava aprendendo a operar, ele leu qualquer livro sobre psicologia dos trader que ele pudesse encontrar. Muitos escritores ofereceram bons conselhos. Alguns enfocavam a disciplina: “Você não pode deixar o mercado tirar a sua sobriedade. Não tome decisões durante o pregão. Planeje uma operação e a execute.” Outros enfocavam a flexibilidade: “Não entre em um mercado com idéias preconcebidas a respeito dele. Mude seus planos conforme o mercado muda.” Alguns especialistas pregavam o distanciamento do mercado: não assista televisão, não leia jornais, não ouça outros operadores, somente ouça ao mercado e a você. Outros recomendavam Ter uma cabeça aberta, mantendo contato com outros operadores e absorvendo novas idéias. Cada conselho desses parece fazer sentido, mas também contradizem uns aos outros. Escolha os conselhos que melhor se adaptem ao seus estilo de operar e aos conceitos que você tem.

    Existe um forte paralelo entre o alcoólatra e o operador cuja conta está sendo demolida por perdas. Ele muda as táticas de operação, agindo como um alcoólatra que tenta resolver o problema trocando de licor para cerveja. Um perdedor nega que ele perdeu controle sobre seu próprio curso no mercado



  • Necessidade de Operar

    Operadores de sucesso tratam os infortúnios como bebedores sociais tratam o álcool. Eles tomam um pouco e param. Se eles tem uma série de perdas seguidas, eles entendem isso como um sinal de algo está errado. É tempo então de parar e repensar suas análises e métodos.

    Existe um linha imaginária que divide tomar de risco num negócio (business risk) e apostar. Muitos perdedores não sabem que essa linha existe.

    É também importante reconhecer outra linha. A linha dos negócios e a linha da vida pessoal. Não deixe que o trading seja a coisa mais importante da sua vida. Você corre o risco de se envolver psicologicamente demais. Mantenha uma distância razoável e mantenha a frieza. Não se deixe contaminar.

    Quando você admite que tem um problema pessoal que te causa perder, você começar a criar uma vida no mercado. Você pode começar a desenvolver a disciplina de um vencedor.

    Mesmo apesar de não beber há anos, muitas pessoas se apresentam como alcóolicas. Por quê? Porque se elas esquecerem que algum dia foram alcóolicas, voltarão a beber em breve. A maneira de os AA pensarem, gera serenidade. Um operador que se sente sereno e relaxado pode se concentrar em procurar as melhores e mais seguras operações. Um operador tenso é que nem um motorista que cristaliza ao volante. Quando uma pessoa sóbria e uma bêbada entram numa corrida, você sabe quem tem mais chances de ganhar.

    Operadores que se sentem os donos do mundo quando ganham e deprimidos quando perdem não conseguem acumular riqueza porque eles são controlados por suas emoções. Essas emoções não tem nada a ver com o mercado, elas só existem dentro de você. O mercado não sabe que você existe. Você não pode fazer nada para controlá-lo. Você só pode controlar o seu comportamento.



  • O mito do piloto automático

    Traders que acreditam no mito do piloto automático acreditam que o ganho de dinheiro pode se automatizado. “Pessoas que montam ou compram trading systems são que nem cavalheiros medievais que pagam alquimistas para transformar seus metais em ouro.” Atividades humanas complexas não se prestam à automatização.

    Linhas aéreas pagam altos salários pata pilotos, apesar de os aviões terem pilotos automáticos. Os pilotos servem para lidar com situações não previstas.

    Operadores que tem a fantasia do piloto automático tentam repetir aquilo que eles sentiam quando crianças. As suas mães costumavam a satisfazer suas necessidades de comida, calor e conforto. Agora eles tentam recriar a experiência de deitar na rede e esperar seus lucros no bolso como se fossem uma corrente incessante de leite quente de graça.

    Freud acreditava que o jogo era universalmente atrativo porque era um substituto para a masturbação. A atividade repetitiva e excitante das mãos, as decisões urgentes, a qualidade intoxicante do prazer e as sensações de culpa unem o jogo e a masturbação.

    O sinal de que você está viciado em apostar é a inabilidade em resistir a uma aposta. Se você acha que está operando muito e os resultados não estão sendo bons, pare de operar por um tempo. Esse tempo lhe dará uma chance para reavaliar seu estilo de operar. Se a necessidade de operar é tão forte que você não consegue ficar longe do mercado por um mês, está na hora de você visitar o Apostadores Anônimos, ou seguir os princípios criados pelos Alcóolicos Anônimos.



  • Comportamento cultural que resulta em operações frustradas


    1. Não saber definir uma perda.

    2. Não liquidando uma posição, mesmo sabendo que o potencial da operação ficou muito diminuído.

    3. Ficar cristalizado em apenas uma opinião direcional sobre para onde vai o mercado. É quase como tenta controlar o mercado dizendo: “Eu estou certo. O mercado está errado.”

    4. Focalizar apenas no valor financeiro da posição, em vezes de se concentrar no potencial do mercado em realizar um determinado movimento em função do seu comportamento e estrutura.

    5. Operações de vingança, como se o mercado lhe devesse alguma coisa.

    6. Não reverter sua posição quando detecta uma reversão clara na direção do mercado.

    7. Não seguir as regras do seu trading system.

    8. Planejar uma operação e se encontrar imobilizado, sem ação para executá-la.

    9. Estabelecer um padrão consistente de sucesso sobre um período de tempo, e depois devolver todos os ganhos em uma operação, e iniciando todo o processo novamente.




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